Agora vem a
pergunta que não quer calar. Mulher pode ser pastora?
- Pode
fazer parte da liderança de uma Igreja?
- Mulher
pode pilotar avião?
- Mulher
pode ser astronauta?
- Mulher
pode ser Presidente da República, Juiz ou Magistrado?
- Você
entraria num avião sendo que o piloto é uma mulher?
- E se
fosse uma nave espacial, iria até Marte, sendo que a Nave Espacial é pilotada
por uma mulher?
Você vai me
responder, se ela tiver competência, não vejo problema. Se ela estiver
habilitada, não há problema. Se estiver apta, sem problemas.
Mas no
fundo, o comando de uma mulher pode trazer insegurança, mais por questão cultural
do que outra coisa.
Estamos
acostumados a entrar num avião e vermos a figura masculina com um quepe na
cabeça com as insígnias da empresa aérea.
Já nos
habituamos durante o voo, a ouvir a voz do Comandante transmitir as orientações
de praxe para o bom andamento da viagem.
O que quero
dizer é que a resposta está em nós mesmos e de acordo com a nossa cultura.
A Cultura é
algo que vai muito mais além do que a Palavra de Deus. Fala mais alto que
qualquer outra coisa. Ela cega todo e qualquer entendimento. Chegando a
ultrapassar os princípios de Deus, por mais crentes que sejamos.
NO ORIENTE
MÉDIO
Porque no
Oriente Médio a mulher é tão desrespeitada, não é humanizada e não passa de uma
coisa que pertence ao marido?
Interessante
notar que onde o Cristianismo penetrou, nos países que se dizem cristãos, são
os países em que a mulher é tratada com mais humanidade e com certo respeito.
VOTO
FEMININO
Aqui no
Brasil, até 1932, a mulher nem era contada como cidadã. Não podia nem ao menos
votar. Só o fazia, com o consentimento de seu marido. Mas foi a partir de 1934,
essa limitação foi abolida.
Em 1946, a
obrigatoriedade do voto passou às mulheres.
O Voto
sempre foi um direito exclusivo dos homens e homens ricos.
NA
FINLÂNDIA
O Sufrágio,
que é o direito de votar, passou para as mulheres em 1906.
NOS EUA, em
1920.
NA ÁFRICA
DO SUL, em 1993.
NA ARÁBIA
SAUDITA, em 2011
O direito
ao voto é que passou a trazer a mulher uma certa dignidade e a sensação de que
era uma pessoa e não uma coisa usada para o trabalho escravo do lar.
ANDROCENTRISMO
E HUMANISMO X CRISTIANISMO
Essa teoria
que o homem é o centro de tudo, veio principalmente da Grécia e Roma. Depois
surgir o Humanismo. Por isso que na época de Jesus, a mulher não tinha status
de esposa do marido, mas de escrava.
O humanismo
foi um movimento intelectual iniciado na Itália no século XIV com o
Renascimento e difundido pela Europa, rompendo com a forte influência da Igreja
e do pensamento religioso da Idade Média. O teocentrismo (Deus como centro de
tudo) cede lugar ao antropocentrismo, passando o homem a ser o
centro de interesse.
O Homem
sempre foi o centro de tudo, tudo mesmo. Toda cultura foi dominada pelos
homens. Antigamente, aqui no Brasil, só os homens sabiam ler e escrever.
As mulheres
passaram a frequentar sala de aula a partir do século 20.
Responda-me
por favor, você se lembra se a senhora sua avó sabia ler? Mas com certeza seu
avô sabia. Muito difícil ver um caso em que o Vovô não sabia e a Vovó era
alfabetizada.
“PASSARÁ O CÉU E A TERRA, MAS AS MINHAS
PALAVRAS JAMAIS PASSARÃO”
Pois
passaram por cima das Palavras de Jesus quando Ele mesmo introduziu no seu
diálogo o Princípio da Criação e Paulo também citou em todas as passagens
polêmicas que diz respeito às mulheres.
E SERÃO OS
DOIS UMA SÓ CARNE
DEUS FEZ O
HOMEM E A MULHER PARA SER UM SÓ E PARA VIVEREM AGARRADOS, UNIDOS
Um só
implica viver em unidade, no mesmo patamar, com os mesmos direitos e
obrigações.
Mas como
estamos vivendo longe do ideal de Deus, a mulher vem carregando um fardo
enorme, tudo sobre suas costas, enquanto que cabe ao homem apenas exigir e
mandar. E isso acontece até mesmo em lares cristãos, pois ele acha que é esse o
padrão de Deus, ele tem aprendido assim e, por conseguinte, ensina assim.
É raro
vermos um casal unido em Cristo, ou seja, quando os dois são tratados
igualmente por eles mesmos. Vemos que esse é um casal abençoado e a Igreja se
alegra com isso.
DIVÓRCIO E
JUGO DESIGUAL
Muitos
divórcios ocorrem entre os cristãos por falta de ensino do Padrão de Deus.
É
lamentável vermos o quanto a mulher abre mão de tudo para satisfazer o ego
masculino, pois elas sempre são reféns de seus maridos, ainda mais no caso de
não serem provedoras do lar.
Quando isso
acontece, ela está totalmente em desvantagem com o marido, o que o faz um ser
autoritário e superior.
Então para
respondermos à pergunta inicial, também temos que considerar que algumas questões
como:
EXISTE DUAS
ESPÉCIES DE MULHER DENTRO DA NOSSA CONCEPÇÃO
CONCEPÇÃO
HUMANISTA
- A mulher
deve submissão ao homem;
- A mulher
não tem vontade própria;
- Nasceu
para servir o marido, mesmo sendo provedora do lar.
- O Marido
manda e ela obedece cegamente.
- O homem é
o centro de tudo.
PADRÃO DE
DEUS
- Deus fez
o homem e a mulher iguais.
- Deus deu
a ambos o domínio da terra.
- Deus os
fez para viverem unidos no mesmo corpo de Cristo.
- Nem o
homem, nem a mulher é o centro, mas Cristo.
HIERARQUIA
NO LAR
Não há o que
se falar em hierarquia no Lar. Todos devem se respeitar, amar e honrar uns aos
outros e acima de tudo, sujeitar-se uns aos outros. Lembre-se que seus filhos,
os quais você cuida com todo carinho, amanhã são eles que irão cuidar de você.
No
Cristianismo não há hierarquia, Cristo é a autoridade e o centro de tudo.
O PRINCÍPIO
POR TRÁS DA NORMA E NÃO A NORMA ACIMA DO PRINCÍPIO
Observe que
todas as passagens que tratamos as quais se refere a mulher, estão
completamente distorcidas e seu uso é de forma isolada. Pega-se apenas um
versículo e coloca-se como um Princípio de Deus.
Um
princípio jamais pode contestar outro. Isso é uma incoerência e Deus é
perfeito, não é incoerente.
MAS PORQUE
TODO ESSE TEMPO TEMOS APRENDIDO ERRADO
Você sabia
que toda mentira contada três vezes por três pessoas diferentes torna-se
verdade?
E essa foi
uma grande mentira. Dizer que a mulher é inferior ao homem ou que ela não pode
desempenhar isso ou aquela função, apenas pelo fato de ser mulher, não é
verdade.
Ela pode
não desempenhar essa ou aquela função por falta de aptidão, desconhecimento,
ignorância, mas não pelo simples fato de ter nascido mulher, isso é uma
aberração.
Um homem
jamais pode se valer da condição de ser homem para oprimir uma mulher, ou
desvalorizá-la.
O último
lugar no mundo em que a mulher poderia sofrer alguma discriminação seria dentro
da Igreja de Cristo, mas como vivemos num sistema religioso viciado, isso será
bem difícil de ser quebrado, principalmente nas igrejas tradicionais em que sua
cultura vem da Igreja Romana, que veio dos Templos Judaizantes, em que a figura
do Sacerdote e do Sumo Sacerdote eram proeminentes nessa época.
SISTEMA
RELIGIOSO E A MAÇONARIA
Sem contar
o fato da Maçonaria ter influenciado os valores de Igrejas tidas como
conservadoras no Brasil. As mais tradicionais, são justamente aquelas que foram
plantadas pelas Lojas Maçônicas. Seus valores são praticamente os mesmos:
isolar a mulher de qualquer liderança ou influência dentro de seu sistema
“religioso”.
MULHER, UM
SER INFERIOR
Esse é o
conceito maçônico que foi assimilado pelas igrejas tradicionais que tem
influenciado grandemente os líderes ditos evangélicos no Brasil.
Mas esse
sistema religioso não tem relação nenhuma com a Igreja de Cristo que foi
plantada pelos apóstolos, principalmente por Paulo.
As cartas
paulinas traz a ideia de algo simples, de irmãos reunidos em Comunidades,
compartilhando a mesma fé. A autêntica Igreja de Cristo não faz distinção de
raça e nem de sexo. Não era uma instituição. Não havia cargos e nem tão pouco
hierarquia.
E por falar
em Igreja de Cristo, vamos voltar ao tempo do Apóstolo Paulo.
O CARGO DE
PASTOR
Outro fato
que tem cegado nosso entendimento, é afirmarmos que certos líderes possuem um
cargo na Igreja. Primeiramente, a ideia de Paulo nunca foi transformar a
comunidade que inicialmente era conhecida como “O Caminho”, numa instituição
religiosa e seus líderes em detentores de cargos eclesiásticos. Portanto:
PASTOR OU
PASTORA NÃO É CARGO, MAS FUNÇÃO
“Esta
afirmação é digna de confiança: se alguém deseja ser bispo, deseja uma nobre função”.
PAULO RECONHECIA O MINISTÉRIO FEMININO
ANDRÔNICO E JÚNIAS
Agora vamos ver a conclusão do trabalho de um pastor
brasileiro MARCELO BERTI, especialista em manuscritos gregos, ao se referir à
Andrônico e Júnias, um casal notável. Foi transcrito apenas a conclusão, já que
o trabalho é bem extenso.
“Em
outras palavras, nós entendemos que o texto afirma que Andrônico e Júnia formam
um casal que em função do surpreendente trabalho que realizaram se tornaram
notáveis pelos apóstolos de Cristo. Godet se opões a essa conclusão,
simplesmente por considerar esse título um tanto estranho.125 Entretanto, ele parece
esquecer a preeminência da liderança dos doze apóstolos e o status daqueles que eram
aprisionados em função do evangelho.
Contudo, é importante dizer que nossa conclusão de forma nenhuma minimiza o papel da mulher na igreja. Aliás, em nada minimiza o lugar de Júnia ou Andrônico, pois eles são notáveis! Pelo que se sabe, esse casal estava em Cristo antes de Paulo e batalharam pelo ministério a ponto de serem encarcerados por isso. Eles são notáveis! Ninguém seria encarcerado em favor do evangelho sem que tivesse realizado um trabalho missionário exemplar.
Isso também sugere o elevado papel da mulher na igreja primitiva como propagadoras do evangelho. E mais: Júnia não estava sozinha! Febe, Priscila, Maria, Trifena, Trifosa, Pérside, a mãe de Rufino, Júlia e a irmã de Nereu. Entre elas estão mulheres consideradas cooperadoras de Paulo (v.3), mulheres dispostas a arriscar a própria vida pelo evangelho (v.4), que recebiam em suas casas as reuniões proibidas da igreja (v.5), que trabalharam arduamente no Senhor para servir a igreja (v.6, 12). São fundamentais e necessárias para o ministério e vida da igreja.
Nossa conclusão aponta para o fato de que Paulo não apenas reconhece o ministério feminino nesse texto como ele também o elogia.126 No antigo mundo romano dificilmente uma mulher seria encarcerada sem ter feito expressiva manifestação pública de fé. Júnia e seu marido certamente batalharam insistentemente pela fé. Certamente a fama desse casal chegou até o conhecimento dos apóstolos”.(o grifo é nosso).
Contudo, é importante dizer que nossa conclusão de forma nenhuma minimiza o papel da mulher na igreja. Aliás, em nada minimiza o lugar de Júnia ou Andrônico, pois eles são notáveis! Pelo que se sabe, esse casal estava em Cristo antes de Paulo e batalharam pelo ministério a ponto de serem encarcerados por isso. Eles são notáveis! Ninguém seria encarcerado em favor do evangelho sem que tivesse realizado um trabalho missionário exemplar.
Isso também sugere o elevado papel da mulher na igreja primitiva como propagadoras do evangelho. E mais: Júnia não estava sozinha! Febe, Priscila, Maria, Trifena, Trifosa, Pérside, a mãe de Rufino, Júlia e a irmã de Nereu. Entre elas estão mulheres consideradas cooperadoras de Paulo (v.3), mulheres dispostas a arriscar a própria vida pelo evangelho (v.4), que recebiam em suas casas as reuniões proibidas da igreja (v.5), que trabalharam arduamente no Senhor para servir a igreja (v.6, 12). São fundamentais e necessárias para o ministério e vida da igreja.
Nossa conclusão aponta para o fato de que Paulo não apenas reconhece o ministério feminino nesse texto como ele também o elogia.126 No antigo mundo romano dificilmente uma mulher seria encarcerada sem ter feito expressiva manifestação pública de fé. Júnia e seu marido certamente batalharam insistentemente pela fé. Certamente a fama desse casal chegou até o conhecimento dos apóstolos”.(o grifo é nosso).
RESPOSTA
DIRETA
Por tudo
isso, não existe uma resposta direta na Bíblia referente a pergunta que muitos
anseiam uma resposta, mas podemos afirmar com segurança que o próprio Paulo
reconhecia o ministério feminino, uma vez que tinha a mente de Cristo e assim
procurava sempre imitá-Lo.
MAS ENTÃO
PORQUE NÃO FEZ UMA CLÁUSULA EXPRESSA
Paulo não
poderia jamais colocar uma cláusula dizendo: “De agora em diante até mesmo as
mulheres poderão ser ordenadas isso ou aquilo”...
Como já
dissemos anteriormente, Jesus e Paulo jamais quiseram mudar algo na sociedade. Todos
deveriam permanecer da forma que foram chamados. Toda transformação teria que
ser de dentro para fora.
PERÍODO DE
TRANSIÇÃO
Também sabia
que estavam enfrentando um período de transição; com o tempo, tudo se
resolveria. Por isso, em suas cartas, Paulo roga aos irmãos que sejam humildes,
sábios e que não tenham a mente cauterizada.
Além do
mais, a estrutura da Igreja naquela época, é bem diferente do que imaginamos.
Tudo era muito informal, sem vaidade, sem aparência. Pastor não era cargo e sim
função. Não era para mandar, mas apenas para servir.
Não vemos
nada registrado a respeito de uma solenidade para o levantamento de um obreiro
ou outro cargo qualquer.
Mas não
vamos entrar nesse mérito, apenas fazer uma referência quanto aos presbíteros,
que era uma denominação já existente dentro da estrutura das sinagogas. Paulo
não escreveu a fim de estabelecer critérios, mas apenas para que Timóteo não
deixasse de corrigir os líderes que estavam criando problemas em Éfeso, no
caso, Himeneu e Alexandre, o Latoeiro e Fileto. Esses deveriam ser entregues à
Satanás.
UM GRANDE
ESCÂNDALO
Em hipótese
alguma poderia escrever e deixar isso registrado com todas as letras, pois
seria o fim do Evangelho, seria uma grande afronta a classe masculina. Se hoje,
em pleno século 21, muitos já se sentem afrontados só de pensar nessa hipótese,
imaginem naquela época.
Seria a
vulgarização do Evangelho. Algo muito comprometedor. Um grande escândalo.
Lembro-me
da história do Imperador Calígula que a fim de escandalizar, humilhar,
diminuir, vulgarizar o Senado do Império Romano, chegou a nomear seu cavalo “Incitatus”,
como senador de Roma.
É
lamentável dizer isso, mas seria exatamente dessa forma, já que a mulher
naquela época nada valia, sem prestígio, sem honra, sem identidade, sem
dignidade, sem misericórdia, vivendo em pleno descaso por seu marido e toda uma
sociedade política e religiosa.
BÍBLIA X
LIVRO COMUM
Outra coisa
que precisamos entender é que a Bíblia não é um livro comum como um outro
qualquer, mas se trata da Palavra de Deus, que é uma fonte inesgotável. Tem que
ser buscada, analisada e acima de tudo “ter a mente de Cristo”.
Temos que
nos despojar dos conceitos que aprendemos, muitos esses que foram desviados da
Palavra de Deus.
JESUS ESCOLHEU SOMENTE HOMENS
Dizer que Jesus escolheu
homens para seu ministério e excluiu as mulheres é dizer que Cristo aderiu ao
pecado do machismo, o que seria uma blasfêmia afirmarmos essa incoerência. Na
verdade, não poderia fazer diferente, senão seria mais escândalo ainda. Além do
mais, as mulheres eram propriedade de seus maridos e não de um líder religioso.
Não tinham vontade própria.
VINHO NOVO E ODRE NOVO X VINHO
VELHO E ODRE VELHO
Nessa última hora que vivemos
temos que nos perguntar se somos vinho novo ou velho. Se estamos inseridos num
odre novo ou velho. Note que todo vinho novo, está em odre novo e todo vinho
velho está ou acaba voltando para o odre velho.
Não se coloca vinho novo em
odre velho. Seja vinho novo e busque o odre novo.
CONCLUSÃO
Por tudo isso que esclarecemos
ainda podemos achar que dentro do Plano de Deus, a mulher é inferior ao homem?
Que SUJEIÇÃO E DOMÍNIO tratado
nas cartas de Paulo FAZ PARTE DE UM IDEAL DIVINO ou foi uma concessão para o
contexto da Igreja Primitiva?
Que o divórcio, embora tratado
no Novo Testamento, também faz parte de um ideal divino?
Mas sabemos que o mundo está
fora do padrão de Deus. Que Deus deu o livre arbítrio para o homem viver como
quiser, mas quando saímos do ideal de Deus, há um grande prejuízo para nossas
vidas. Um preço teremos que pagar. A família sofre, os filhos, e principalmente
a mulher.
Ela tem sido massacrada pela
sociedade, pelos países não-cristãos e oprimida por um sistema religioso que
desconhece e não cumpre o verdadeiro e principal ordenança de Deus que diz:
“E SERÃO OS DOIS UMA SÓ CARNE
E AQUILO QUE DEUS UNIU, NÃO O SEPARE O HOMEM”.
“NÃO HÁ JUDEU NEM GREGO, ESCRAVO NEM LIVRE,
HOMEM NEM MULHER; POIS TODOS SÃO UM EM CRISTO JESUS”.
Última observação: veja que os
dois princípios de Deus estão alinhados. O primeiro mencionado no Antigo
Testamento e retificado pelo Senhor Jesus em várias ocasiões e o segundo foi
escrito por Paulo aos Gálatas(3:28). Portanto não há nenhuma incoerência entre
o Cristianismo e o Paulinismo.
Somente aqueles
que ignoram a Palavra de Deus no seu sentido original, é que acham que Paulo
diminuiu a figura da mulher e que a colocou em sujeição ao homem.
E lembre-se sempre: A LETRA MATA E A IGNORÂNCIA TAMBÉM.
Roseli
Maria de Carvalho Fonseca Pereira – setembro/2018
BIBLIOGRAFIA
Bíblia
TW, Almeida e Corrigida, NVI, Dicionário WINI, site BIBLIA.ORG., canal DAVAR.
Marcelo Berti
Bacharel
em Missões pelo Seminário Bíblico Palavra da Vida e mestre em teologia pelo
Dallas Theological Seminary. Foi pastor na Igreja Batista Cidade Universitária
de Campinas, estagiário do The Center for the Studies of the New Testament
Manuscripts (www.csntm.org) e trabalhou com o CSNTM na Biblioteca Nacional da
Grécia em Atenas estudando manuscritos gregos do Novo Testamento. Atualmente
leciona grego e hebraico no SBPV e é o editor do blog Teologando (www.marceloberti.wordpress.com).
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