Portanto, podemos observar que o
Judaísmo não escravizava a mulher, pois ela tinha uma certa proteção, apesar de
que a lei a discriminava com relação ao marido em muitas hipóteses.
Quando chegamos no Novo Testamento,
os judeus influenciados pela cultura grega e depois a romana, a mulher passou para
uma posição de escrava do marido assim como o filho.
Ela não tinha cidadania romana,
pois era propriedade de seu marido. Ou seja, o que era ruim, ficou pior ainda e
muito pior. Podemos dizer que foi o auge da escravidão feminina.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A MULHER NESSA ÉPOCA
A mulher não era contada nos
recenseamentos do Antigo Testamento. Assim permaneceu no Novo Testamento, onde
a sociedade era extremamente voltada para o homem.
Tudo girava em torno do homem.
Todas as decisões era ele quem tomava na casa, sem ter a menor consideração
pela mulher.
Mulher só servia como reprodutora
e mão de obra.
É judeu aquele que nasce de mãe
judia, é a “lei do ventre”. A mãe é que determinava se o filho era judeu ou
não.
Quando uma mulher casada perguntava alguma coisa, a
resposta deveria ser o mais breve possível. Na presença de hóspedes em casa, a
mulher não podia participar do banquete.
Não podia servir a comida (apenas toma parte no sábado e no banquete da Páscoa). Isso, por que temiam que a mulher ouvisse as conversas e não fosse discreta.
Não podia servir a comida (apenas toma parte no sábado e no banquete da Páscoa). Isso, por que temiam que a mulher ouvisse as conversas e não fosse discreta.
RITO JUDAICO
Quanto a
religiosidade, a mulher era totalmente anônima. Não participava de nenhum rito
religioso, nem no Templo nem na Sinagoga.
A Religião era
voltada apenas para o menino, com o rito da circuncisão, que era feito aos oito
dias de vida.
A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NA SINAGOGA
Também para a religião oficial a mulher pouco
contava.
A mulher judaica não tinha direito ao culto
religioso.
Tanto no Templo como na Sinagoga a mulher não participava, ficava atrás dos homens ou em lugares separados, em segundo plano, isto é, em lugares inferiores e secundários.
Se não houvesse ao menos dez homens judeus, o culto não era celebrado, mesmo que estivessem presentes mais de cem mulheres, pois elas não contavam, por mais numerosas que fossem, pois, eram julgadas impuras, pecadoras, adúlteras enquanto o homem não.
Tanto no Templo como na Sinagoga a mulher não participava, ficava atrás dos homens ou em lugares separados, em segundo plano, isto é, em lugares inferiores e secundários.
Se não houvesse ao menos dez homens judeus, o culto não era celebrado, mesmo que estivessem presentes mais de cem mulheres, pois elas não contavam, por mais numerosas que fossem, pois, eram julgadas impuras, pecadoras, adúlteras enquanto o homem não.
Não tinha obrigações com a lei nem com as orações
diárias.
Não eram aptas a pronunciar a ação de graças à mesa, nas refeições, nem quaisquer outras orações ou oferecer sacrifícios.
Não eram aptas a pronunciar a ação de graças à mesa, nas refeições, nem quaisquer outras orações ou oferecer sacrifícios.
Não precisava participar das festas em Jerusalém.
Não precisava orar três vezes ao dia como todo judeu homem. Todo judeu piedoso
elevava a Deus três vezes por dia a prece: “Eu te bendigo, Senhor nosso Deus,
porque não me fizeste mulher”.
A mulher era obrigada a cumprir todas as proibições
da lei religiosa e submetida ao rigor da legislação civil e penal, inclusive a
pena de morte (Jo 8,1-5).
A mulher sofria discriminação fisiológica, pois era
considerada impura nos dias da menstruação.
Nesse período, a mulher não só ficava impura, mas tornava impuro tudo o que tocasse. Depois do parto permanecia impura por quarenta dias se a criança fosse menino e o dobro do tempo se fosse menina(Lev.12).
Nesse período, a mulher não só ficava impura, mas tornava impuro tudo o que tocasse. Depois do parto permanecia impura por quarenta dias se a criança fosse menino e o dobro do tempo se fosse menina(Lev.12).
Além de não participar de nenhum
rito judaico, também não podiam receber a benção final proferida pelo dirigente
da Sinagoga.
TORÁ
Somente aos meninos era ensinado
a ler e escrever.
No caso das meninas, era ensinado as tarefas do lar. Elas aprendiam os preceitos negativos para poder evitá-los. Portanto não tinham conhecimento nenhum da Torá.
No caso das meninas, era ensinado as tarefas do lar. Elas aprendiam os preceitos negativos para poder evitá-los. Portanto não tinham conhecimento nenhum da Torá.
Aos meninos cabia o privilégio de
aprender a ler e escrever em hebraico. Na Escola da sinagoga aprendiam, a
leitura hebraica, e as leis bíblicas.
Tudo isso os preparava para a cerimônia Bar Mitzvá ("filho do mandamento"), em que se tornavam adultos.
Tudo isso os preparava para a cerimônia Bar Mitzvá ("filho do mandamento"), em que se tornavam adultos.
A prova principal era de ler a
Torá na Sinagoga diante de todos.
A mulher não necessitava de tal cerimônia muito menos de aprender as leis e normas do judaísmo. De nada adiantaria elas conhecerem estes preceitos. Não faziam parte do mundo religioso.
A mulher não necessitava de tal cerimônia muito menos de aprender as leis e normas do judaísmo. De nada adiantaria elas conhecerem estes preceitos. Não faziam parte do mundo religioso.
Os rabinos acreditavam que a mulher
não tinha alma, logo não precisava aprender a Torá.
Diziam que é melhor jogar sua
Torá num rio, do que ensiná-la a uma mulher.
Eis o que declara Adam Clarke: “Esta era uma ordenança
judaica: Às mulheres não era permitido ensinar nas assembleias, nem mesmo fazer
indagações. Os rabinos ensinavam que ‘uma mulher não deve saber outra coisa
senão como usar os seus utensílios caseiros’.
E as declarações do rabino,
conforme transmitidas, são ambas dignas de observação e execração. Estas
declarações são as seguintes: ‘Antes sejam queimadas as palavras da lei, do que
serem ensinadas a uma mulher'”.
MULHER
TOTALMENTE DISCRIMINADA
Geralmente sem nome,
pertencente ao pai; depois do casamento propriedade do marido, ele governava
como senhor absoluto; sem autonomia, não era nem contada entre os habitantes;
se estéril, era relegada ou substituída, pela escrava; sua participação era
passiva somente para procriação; convivia com a poligamia do marido, sem poder
reclamar, pois a poligamia era aceita.
MULHER UM SER DESPREZÍVEL
No tempo de Jesus a situação da mulher era de total
desprezo.
Seu mundo era muito pequeno. Passava o dia
trabalhando e sempre trabalhando. Diariamente. Sem descanso.
Diziam que ela trazia “azar” ou coisa parecida. Que
era melhor sempre mantê-las distantes.
Eram pecadoras.
A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NA SOCIEDADE JUDAICA
A mulher era marginalizada pelo simples fato de ser
mulher. Vivia no silêncio e na obscuridade. Não era elencada como partícipe da
sociedade. Ela só estava sujeita aos mandamentos da Lei.
O lugar da mulher é na sua própria casa.
A mulher devia permanecer em casa, no gineceu (a
parte destinada às mulheres).
Caso saísse, só se fosse para trabalhar no campo.
Às jovens solteiras cabia ainda o pior: “A filha
era para o pai uma preocupação secreta, e o cuidado por ela tirava o sono
dele..”(Eclo 42,9-14).
A esposa, e as filhas tinham o dever de lavar o
rosto, as mãos e os pés do pai.
O homem podia ter várias mulheres, mas a esposa
tinha que conviver com as concubinas em sua própria casa (privilégio dos
ricos).
A noiva que tivesse relações com outro homem era
considerada como adúltera, podendo ser castigada com a morte e pedradas; se
fosse casada, o castigo era de estrangulamento. Para o homem não tinha castigo.
A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NA ECONOMIA DA SOCIEDADE
JUDAICA
A mulher judaica trabalhava duramente em casa e no
campo. Plantava, colhia, moía o trigo, a cevada e outros cereais. Preparava o
pão, cozinhava, buscava água nas fontes e poços. Fiava e tecia o linho e a lã
para fazer as roupas. Cuidava da família e educava os filhos.
A MULHER FORA DE CASA
Só podiam mostrar-se em público com o rosto velado,
coberto com dois véus que não se pudessem distinguir os traços de seu rosto.
Se a mulher saía à rua sem cobrir a cabeça e o
rosto ofendia os bons costumes. Por esse motivo o marido tinha o direito e o
dever (religioso) de expulsá-la de casa e divorciar-se dela, sem estar obrigado
a pagar-lhe o valor contratado no matrimônio.
Se a mulher perdesse seu tempo na rua, falando com
outras pessoas, ou mesmo se ficasse na porta de sua casa, podia o marido
repudiá-la sem qualquer compensação econômica.
Uma mulher não podia estar sozinha no campo, e um
homem não devia conversar com uma estranha.
Por isso que os discípulos de Jesus evitaram a aproximação do Mestre com a mulher samaritana.
A mulher era vista como um sexo perigoso. Todos tinham que se precaver com ela.
Por isso que os discípulos de Jesus evitaram a aproximação do Mestre com a mulher samaritana.
A mulher era vista como um sexo perigoso. Todos tinham que se precaver com ela.
A PARTICIPAÇÃO DA MULHER NA POLÍTICA DA SOCIEDADE
JUDAICA
As leis não protegiam em nada a mulher, ao
contrário as faziam dependerem das leis e estas as escravizavam.
Desde o nascimento eram “mal acolhidas”. Passavam a contar apenas como objeto e propriedade de outros. Vejamos: É propriedade do marido, se casada; propriedade do pai, se solteira, propriedade do cunhado solteiro, se viúva sem filhos. Assim pertencendo ao seu dono, não podia dispor dos salários do seu trabalho.
Desde o nascimento eram “mal acolhidas”. Passavam a contar apenas como objeto e propriedade de outros. Vejamos: É propriedade do marido, se casada; propriedade do pai, se solteira, propriedade do cunhado solteiro, se viúva sem filhos. Assim pertencendo ao seu dono, não podia dispor dos salários do seu trabalho.
As filhas mulheres só aumentavam o patrimônio do
dono, uma vez que podiam ser vendidas, não eram herdeiras. Vendidas por
dinheiro, ou por contrato. A mulher pertencia ao seu senhor-marido e tem que
assumir todas as tarefas; não pode aproveitar-se nem dos rendimentos do seu
trabalho.
Essa pobreza da mulher aparece no relato da viúva
que “depositou tudo o que tinha para viver” no tesouro do templo, e eram “duas
pequenas moedas” (Mc 12,41-44).
A mulher também não podia votar. Não participava na
vida pública. Isso, nem pensar. Totalmente fora de cogitação.
A mulher judaica, no tempo de Jesus era em tudo,
considerada inferior ao homem. Mais do que isso: sem dignidade e sem consideração alguma. Vivia à margem da sociedade.
MULHER, UMA ESCRAVA
A mulher nos dias de Jesus era praticamente uma
escrava, sem direito nem de sair às ruas ou de falar com um estranho. Tinha que
andar sempre distante de qualquer homem.
Também nos momentos das refeições a mulher era
isolada, pois ela não podia se alimentar ao lado dos homens. Assim, ela
permanecia em pé, pronta para ajudar o marido a qualquer instante.
Normalmente as mulheres viviam reclusas em suas
residências e as janelas, quase sempre, eram construídas com grades para que
elas não pudessem ter seus rostos vislumbrados pelos passantes nas ruas. Se um
homem tentasse se dirigir a uma mulher, cometia um pecado muito sério.
Por tudo isso, o homem tinha a seguinte oração a
qual fazia três vezes ao dia: “obrigado por não ter nascido mulher”.
Batia no peito e proclamava: “obrigado por ser
judeu e não gentio e por ser livre e não escravo”.
JESUS MISERICORDIOSO
COM AS MULHERES
Jesus foi aquele que teve imensa
misericórdia das mulheres.
De forma sutil, sem afrontar uma sociedade totalmente masculina e sem privilégio algum para as mulheres, Ele as defende como o caso daquela que foi pega em adultério.
Ele iguala a condição de pecadora com a mesma daqueles homens que apesar de serem homens, eram pecadores.
De forma sutil, sem afrontar uma sociedade totalmente masculina e sem privilégio algum para as mulheres, Ele as defende como o caso daquela que foi pega em adultério.
Ele iguala a condição de pecadora com a mesma daqueles homens que apesar de serem homens, eram pecadores.
Jesus preocupava-se com as
mulheres, como por exemplo quando Ele lembra os fariseus do Princípio Maior que
estava no Éden, a fim de defende-las de um divórcio abusivo.
Mesmo sendo extremamente
limitadas pela sociedade judaica, vemos a figura de algumas mulheres que
ajudaram até mesmo a manter Jesus.
1 E aconteceu, depois disto, que
andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o
evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele,
2 E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
3 E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens.
2 E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
3 E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens.
Jesus nunca excluiu ninguém,
muito menos as mulheres.
Jesus afirma: “Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos, e muitos que agora são os últimos, serão os primeiros”.
Jesus afirma: “Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos, e muitos que agora são os últimos, serão os primeiros”.
Mas Ele sabia que deveria ter o
extremo cuidado de não as exporem ao risco maior de serem difamadas ou
repudiadas pelos seus maridos.
JESUS E AS MULHERES NO
SEU MINISTÉRIO
Como já falamos anteriormente, Jesus foi aquele que
deu atenção as mulheres. Tratou-as com dignidade. Vejamos algumas delas.
MARIA – Jesus nasceu de mulher. De forma natural.
Maria foi tão exaltada por isso que se tornou a “Mãe de Deus”, para o
paganismo.
21 E, partindo Jesus dali, foi para as partes de
Tiro e de Sidom.
22 E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.
23 Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós.
24 E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
25 Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!
26 Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.
27 E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.
28 Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.
22 E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.
23 Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós.
24 E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
25 Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!
26 Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.
27 E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.
28 Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.
A mulher insistiu com Jesus que acabou cedendo suas
súplicas e foi exaltada. Logo sua filha foi curada.
“E a sogra de Simão estava deitada com febre; e
logo lhe falaram dela.
Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os”.
Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os”.
Assim que é curada
foi direto para sua função, servir.
Marcos 14:3 - Jesus ungido em
Betânia por uma mulher.
E, estando ele em
betânia, assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher, que
trazia um vaso de alabastro, com ungüento de nardo puro, de muito preço, e
quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça.
Interessante que Ele
entrou na casa de um leproso e ali foi ungido por uma mulher. Jesus não só aceitou esse gesto, mas também se
sentiu honrado e fez tudo para que ninguém a impedisse. Ainda se sentiu
extremamente agradecido.
9 Em verdade vos digo que, em todas as partes do
mundo onde este evangelho for pregado, também o que ela fez será contado para
sua memória.
Lucas 7:11-15 - A VIÚVA DE NAIM
11 E aconteceu que,
no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos,
e uma grande multidão;
12 E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho
único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade.
13 E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não
chores.
E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a
ti te digo:
14 Levanta-te. E o que fora
defunto assentou-se, e começou a falar.
15 E entregou-o à sua mãe.
Jesus fez algo
maravilhoso para essa mulher. Além de ressuscitar seu único filho, Ele devolveu
a ela sua integridade, sua dignidade.
Era viúva e só tinha esse filho que estava morto.
Mas Jesus interveio a seu favor.
As viúvas, geralmente, eram pobres, como já
dissemos o caso da viúva que depositou as últimas moedas e foi exaltada por
Jesus.
1 E, olhando ele,
viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro;
2 E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;
3 E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva;
4 Porque todos aqueles deitaram para as ofertas de Deus do que lhes sobeja; mas
esta, da sua pobreza, deitou todo o sustento que tinha.
Jesus também foi
favorável aos cegos, mudos, leprosos, pecadoras
públicas, coxos, paralíticos, enfim todos que estavam marginalizados,
que viviam excluídos da sociedade da sua época.
Aqueles que eram tidos como imorais, caso da mulher
samaritana, que não era nem judia, totalmente discriminada; além dos pobres que
nem pão tinham para comer, que Jesus teve que multiplicá-los para saciar a fome
da multidão.
Jesus foi contrário a marginalização de todos esses
excluídos da sociedade, sem contar os escravos e crianças.
Os discípulos queriam impedir Jesus que as crianças
se aproximassem e Ele mesmo disse que era para deixar “pois delas era o Reino dos Céus”.
15 E traziam-lhe
também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto,
repreendiam-nos.
16 Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos
tais é o reino de Deus.
17 Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como
menino, não entrará nele.
Jesus quis dizer que o menino, a criança não faz
distinção de ninguém. Não tem maldade, não discrimina nem homem, nem mulher. Todos
são iguais para ela.
Neste caso, nós que desejamos alcançar o Reino de Deus, deveríamos seguir o exemplo dessas crianças.
Pensando que era o jardineiro, Maria Madalena explicou que alguém tinha roubado o corpo de Jesus.
Maria cumpriu sua missão mas, de início os discípulos não acreditaram nos relatos dela e das outras mulheres.
MARIA MADALENA ERA PROSTITUTA
Apenas diz que Jesus expulsou sete demônios dela. Ao longo do tempo, algumas pessoas misturaram a história de Maria Madalena com a história da mulher pecadora que ungiu Jesus e com a mulher adúltera que Jesus perdoou.
Mas não existe razão na Bíblia para acreditar que eram todas a mesma pessoa. Maria Madalena não era a única mulher que seguia Jesus, mas uma delas.
Neste caso, nós que desejamos alcançar o Reino de Deus, deveríamos seguir o exemplo dessas crianças.
Pensando que era o jardineiro, Maria Madalena explicou que alguém tinha roubado o corpo de Jesus.
O homem chamou Maria pelo nome e
ela olhou para ele e viu que era Jesus! - João 20:15-16
Maria cumpriu sua missão mas, de início os discípulos não acreditaram nos relatos dela e das outras mulheres.
MARIA MADALENA ERA PROSTITUTA
Apenas diz que Jesus expulsou sete demônios dela. Ao longo do tempo, algumas pessoas misturaram a história de Maria Madalena com a história da mulher pecadora que ungiu Jesus e com a mulher adúltera que Jesus perdoou.
Mas não existe razão na Bíblia para acreditar que eram todas a mesma pessoa. Maria Madalena não era a única mulher que seguia Jesus, mas uma delas.
QUEM FOI MARIA MADALENA
Existe muita especulação acerca dessa mulher. Até
filmes e diversas reportagens sobre ela.
Religiões defendem a blasfêmia que foi mulher de
Jesus, e ainda tiveram filhos.
Não sabemos bem ao certo quem foi. Mas só podemos afirmar que foi uma
seguidora de Jesus. Foi a primeira mulher que viu Jesus depois que ressuscitou.
Chegando ao túmulo,
Maria Madalena viu que estava aberto e o corpo de Jesus não estava lá. Um anjo
apareceu e contou a Maria Madalena e às outras mulheres que Jesus tinha
ressuscitado (Mateus 28:5-7). Elas então foram
contar aos apóstolos.
Pedro e João
decidiram ir ver o túmulo vazio. Maria Madalena foi com eles e ficou para trás,
chorando, quando foram embora. Então alguém lhe apareceu e perguntou porque ela
estava chorando.
Maria Madalena,
cheia de surpresa, se agarrou aos pés de Jesus. Ele deu a Maria Madalena a
missão de contar aos discípulos que Ele estava vivo (João 20:17-18).
Pois elas não
gozavam de credibilidade diante de um contexto totalmente masculino.
Depois, quando Jesus
lhes apareceu, os discípulos viram que era verdade.
A Bíblia não fala
mais nada sobre a vida de Maria Madalena.
A Bíblia não diz que
ela era prostituta.
A impressão que temos é que não tinha marido, nem filhos. Talvez isso tenha contribuído para sua
péssima reputação. Passou sua vida seguindo Jesus, depois que foi liberta.
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